E tudo começa com uma cantada, uma música consagrada do Cazuza, depois vem o filme do Cazuza na TV, uma amiga pirou na dele, uma música dele como ideia pra trilha da nova peça, “todo amor que houver nessa vida”. Um post no fotolog falando sobre amor livre, da origem e no que se transformou. Diálogos sobre o vazio, Peter Brook e a sua teoria da potencialidade do vazio como forma, estopim da criação, “entre quatro paredes” de Sartre, minha obsessão particular, ainda dirijo essa peça. Dicotomia entre macho e fêmea. Barba feita. Placebo tocando loucamente. Caminhadas pra emagrecer, chocolate, manual técnico para alteração do pensamento lógico. RESPIRAÇÃO. Do you see the bitter end?. Pizza, cerveja e segredos, montanha russa, domingo no parque, careta, lanche feito em casa, contas pra pagar, dias sem trabalhar…
Nome da Coisa Posts
Fragmento de Arte
Machuca
E de fato esse é o melhor título que essa filme poderia ter.
Brancos e Índios num país Sul americano de língua espanhola, Chile pra ser mais exato, comunistas X direita, ricos X pobres e uma das cenas mais gritantes do filme “EU NÃO SOU UM DELES, OLHA PRA MIM!” e lá está o menino branco com um adidas no pé.
Essa semana em geral tem sido preenchida de bons filmes, “Quase Lá” uma comédia de garotas em busca de um orgasmo, é bom ver a cena em que um das meninas puxa a baterista da banda e elas se beijam, me remete a coisas que eu vivi a pessoa que passaram por mim; Machuca como citado acima e “Um Motivo para Viver” uma história surpreendente e com uma fotografia belíssima.
E depois de um longo tempo sem essa Coisa está de volta…
5 CommentsDelirium
Ali sentada na poltrona estava ela, com suas longas pernas, lisa era a pele dela, seda pura diziam. Lábios torneados e cortantes, destilavam injurias e devaneios. Ali estava ela sentada na poltrona, seus cabelo se enrolavam numa montanha russa de cachos, seus seios apontavam pra frente e seu ombro suava, mas a essa altura tudo já tinha acabado, o suor já tinha cessado e o copo estava caído no chão.
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